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  • 'Paixão e Virtude tem sessão no Cineport em homenagem a diretor Ricardo Miranda'

    06 / 04 / 2014

    O novo longa-metragem do diretor fluminense Ricardo Miranda (foto), “Paixão e Virtude”, será exibido neste domingo, 06, no Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa (Cineport). A produção independente retrata a conturbada relação entre Mazza (Rose Abdallah) e Ernesto (Paulo Azevedo) e o desenvolvimento trágico desse encontro extraconjugal. Antes da exibição a atriz e produtora Bárbara Vida e a produtora Beth Formaggini dedicaram fizeram menção emocionada ao diretor, falecido na semana passada.

    O filme não assume, propositadamente, nenhum época específica, no que o diretor chamou de um ‘livre escrever de imagens’, e é baseado no conto ‘Passion et Vertu ‐ Conte Philosophique’, de Gustave Flaubert, escrito em dezembro de 1837, quando ele ainda tinha 16 anos”.

    No elenco central, ainda conta com a participação especial de Helena Ignez (Gustave Flaubert) e Cátia Costa (Escrava), além de Bárbara Vida (Duplo Ernesto), Octávio III (Marido de Mazza), Mariana Fausto (Duplo Marido de Mazza). A equipe ainda traz o diretor de fotografia Antônio Luiz Mendes, a montadora Joana Collier e a roteirista Clarissa Ramalho, que assina a livre adaptação com Ricardo Miranda.

    “Impactei com a livre abordagem de Ricardo Miranda para o jovem Flaubert de Paixão e Virtude. Um filme sobre a palavra. Sim, mas não só. ‘Paixão e Virtude’ narra uma história de amor e desejo. Uma mulher casada se envolve, ardorosamente, com outro homem, e por ele chegar a matar o marido. O fogo arde na lareira como a paixão incendeia o verbo, mas o tom é gélido. Tableaux vivants. Pintura teatralizada, antinaturalismo extremo. Amei.”​Luiz Carlos Merten - Estado de São Paulo


    A história - Mazza, uma aristocrata de meia idade, mantém um relacionamento frio e histérico, com seu marido – um rico banqueiro, a quem ela rejeita, por não se permitir sentir prazer. Porém, tudo se transforma, quando ela conhece o químico, Ernesto. A sedução se torna um desafio, os momentos de carícias são cada vez mais envolventes e, ao mesmo tempo, o horror se instala. A relação Mazza/Ernesto fica intensa e agressiva. O amor se torna destruidor e o tesão exacerbado de Mazza, apavora o químico que foge para uma fazenda de escravos no Brasil. Mazza transforma a vida em um caos. Perversão e perversidade a engolem e a devoram.


    “A gente não escolhe o próprio assunto. Eis o que o público e os críticos não entendem. 
O segredo das obras-primas está nisso, na concordância do assunto com o temperamento do autor.” (Gustave Flaubert).

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